Neste tempo, o rufo também era usado e tornou-se ainda maior, o gibão ampliou-se e alargou-se. Com os culotes, aconteceu o mesmo, além de terem ido até abaixo dos joelhos.
A renda estava em evidência em punhos e golas, para ambos os sexos. Já não se usava mais o rufo, que havia se transformado no cabeção, gola engomada, normalmente de renda, suavemente inclinada para cima na parte de trás, que parecia deixar a cabeça apoiada sobre uma base inclinada, e que vai também se transforma na gola caída, que se apoiava enormemente sobre os ombros, tanto para os homens quanto para as mulheres. Para as mulheres não se usava mais o vertugado e sim uma sobreposição de saiotes sob uma saia mais arredondada.
Os cabelos longos naturais masculinos entraram na moda, havia aqueles não muito dotados de cabeleira que faziam uso de perucas. A peruca transformou-se num dos elementos mais importantes da elegância e ressalto masculino.
Para a moda feminina, usavam camisa de manga curta, havendo uma espécie de sobre camisa muitas vezes transparente com decotes acentuados e de mangas até os cotovelos. As cinturas eram finíssimas, marcado pelo uso de um corpete rijo e apertado. Nos tecidos usavam cores como o vermelho-escarlate, o vermelho-cereja, e o azul-céu, mas apareciam cores mais claras como o rosa, o azul-céu e o amarelo-pálido.
Na cabeça as mulheres adornavam com um penteado denominado de à la Fontange, uma espécie de penteado com ares de despenteados, preso por fitas. Desenvolviam os cabelos com rendas, toucas e armações de arame para mantê-los volumosos .
Desse período em diante, a alfaiataria masculina desenvolveu-se abundantemente mais que a feminina. A roupa dos homens ganhou uma identidade muito marcante: o culote. Por volta dos anos 1680, os descomedimentos começaram a perder lugar em favor de um aspecto de grandeza. Por influência oriental, os homens começaram a usar uma espécie de túnica longa que, foi se encurtando e se transformou na veste, que mais tarde, transformou-se no colete, bem comprido de início, chegando a altura dos joelhos. Usavam também o culote, agora bem mais justo e, como complemento geral, um casaco.
Agora, no trabalho realizado em aula inspirado em imagens vistas durante a aula o grupo optou por fazer um vestido de gravidez para uma nobre, utilizando seda, e renda fazendo também a menção ao rufo.
A renda estava em evidência em punhos e golas, para ambos os sexos. Já não se usava mais o rufo, que havia se transformado no cabeção, gola engomada, normalmente de renda, suavemente inclinada para cima na parte de trás, que parecia deixar a cabeça apoiada sobre uma base inclinada, e que vai também se transforma na gola caída, que se apoiava enormemente sobre os ombros, tanto para os homens quanto para as mulheres. Para as mulheres não se usava mais o vertugado e sim uma sobreposição de saiotes sob uma saia mais arredondada.
Os cabelos longos naturais masculinos entraram na moda, havia aqueles não muito dotados de cabeleira que faziam uso de perucas. A peruca transformou-se num dos elementos mais importantes da elegância e ressalto masculino.
Para a moda feminina, usavam camisa de manga curta, havendo uma espécie de sobre camisa muitas vezes transparente com decotes acentuados e de mangas até os cotovelos. As cinturas eram finíssimas, marcado pelo uso de um corpete rijo e apertado. Nos tecidos usavam cores como o vermelho-escarlate, o vermelho-cereja, e o azul-céu, mas apareciam cores mais claras como o rosa, o azul-céu e o amarelo-pálido.
Na cabeça as mulheres adornavam com um penteado denominado de à la Fontange, uma espécie de penteado com ares de despenteados, preso por fitas. Desenvolviam os cabelos com rendas, toucas e armações de arame para mantê-los volumosos .
Desse período em diante, a alfaiataria masculina desenvolveu-se abundantemente mais que a feminina. A roupa dos homens ganhou uma identidade muito marcante: o culote. Por volta dos anos 1680, os descomedimentos começaram a perder lugar em favor de um aspecto de grandeza. Por influência oriental, os homens começaram a usar uma espécie de túnica longa que, foi se encurtando e se transformou na veste, que mais tarde, transformou-se no colete, bem comprido de início, chegando a altura dos joelhos. Usavam também o culote, agora bem mais justo e, como complemento geral, um casaco.
Agora, no trabalho realizado em aula inspirado em imagens vistas durante a aula o grupo optou por fazer um vestido de gravidez para uma nobre, utilizando seda, e renda fazendo também a menção ao rufo.













